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VIDEO_CALÇADA_20 ANOS

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

LEQUES EM CONCHA EM CALCARIO BRANCO

O leque em concha é um novo tipo de aplicaçao de calçada desenvolvdo por mim nos ultimos anos, sobretudo em França como se pode ver na imagem.

Sendo um processo de aplicaçao distinto dos demais, casual em funçao do que fica melhor, confere à calçada portuguesa um aspecto aleatorio muito bonito e diferente daquele a que estamos habituados a ver.

Gosto imenso de fazer este tipo de trabalho!

TRABALHOS REALIZADOS EM 2011/2013

quinta-feira, 4 de março de 2010

TRABALHOS REALIZADOS EM 2008/2010

ARTISTIC PAVEMENT STONE
















The paving art dates back to the dawn of world history. Since the ancient civilizations that rock materials have been used to pave the interior and exterior of the buildings. We believe this art had its origins in Mesopotamia, and then been exported to Classic Greece and Rome. The durability, resistance, regular surface and ease to hygiene maintenance as well as the aesthetic beauty, laid to this kind of rocky materials the construction preference, in different historical times. The Romans were the civilization who left behind the greatest legacy to the world in art, when using it as a human expression, philosophic, religious and aesthetic.


It was made on the sidewalk, mostly in roads that connected the empire. It was also the sidewalk brightens the interiors of the palaces and houses, with magnificent tiles. Later, the Arabs also left us an enormous legacy in the art of paving. The first indications of constructed roads date back to 4000 BC who were mostly stone paved streets at Ur in modern-day Iraq and timber roads preserved in a swamp in Glastonbury, England.

The road builders of the late 1800´s depended solely on stone, gravel and sand for new century constructions. Water would be used as a binder to give some unity to the road surface.

In our days is the cement that blind all the structure of the pavement stoned.

In Portugal, the sidewalk suffering a major boost after the Renaissance and especially with the reconstruction of Lisbon after the earthquake of 1755´s.

The Portuguese cobblestone is a traditional form of treatment in urban space, taking genuine aesthetic value, certainly is regarded as a true manifestation of national culture. This traditional form of artistic covering of walkway remains a key element of our urban landscape, with a growing demand in recent decades, both in public and in private buildings.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

FAJÃ DOS CUBRES

Fotos de Paulo Teixeira e Miguel Gouveia


Hoje vou-vos deixar com um dos trabalhos que fiz neste verão de 2008, de certeza um dos mais gratificantes, se não o mais, que fiz ao longo destes anos, e por vários aspectos distintos: técnicos, paisagísticos, sociais e emocionais.

É o calcetamento do largo da Fajã dos Cubres, na espectacular ilha de São Jorge, Açores.

Trabalhar numa fajã, que só por si já é um motivo de prazer, envolto numa verde paisagem deslumbrante entre mar e arribas na ordem dos 700 metros de altitude, não acontece sempre. Desfrutar da paisagem e do meio natural que nos rodeia enquanto trabalhamos é um tempero saboroso para a alma.

O tipo de trabalho a realizar, a recuperação da zona pedonal no largo e ao redor da igreja, dando um novo impacto visual a um espaço que já carecia de um aspecto renovado, e a forma de execução de calçada que foi utilizada, em basalto, uma nova forma de aplicação de leques utilizado pela primeira vez em Portugal, ao qual chamo “coquilles”, forneceu a todos que colaboraram, uma carga emocional forte e uma fonte de satisfação durante a execução da requalificação do espaço. Podem-se observar as melhorias na foto.

Foi ainda para mim uma vivência agradável, quer o constante convívio com a boa gente desta terra, quer com transeuntes e com turistas vindos de toda a parte, dado o natural interesse despertado pelas gentes na observação da execução dos trabalhos artísticos em pedra natural. Visto não ser este o tipo de revestimento de chãos mais comum nas terras de onde são oriundos , foi origem de uma sociabilização e intercâmbio cultural entre nós, dada a sua natural curiosidade em saber mais pormenores.

Apesar de já me ser usual, a componente artística da obra continua a ser uma referência a salientar.

São estes os factores que fazem com que o calcetamento do largo da Fajã dos Cubres seja indelevelmente dos trabalhos que mais gostei de fazer!


domingo, 21 de setembro de 2008

MAISON EN FRANCE


Photos et texte: Nadège LOUIS


D'une habitation ordinaire et sans prétention, La Calcada Portuguesa  fait  une maison dont l'entrée est particulièrement remarquée. Les visiteurs  découvrent la cour  avec admiration pour le travail réalisé. L'espace est magnifié, agrandi et c'est l'ensemble de la maison qui est mis en valeur.

Lorsque le client a fait son choix de pierres, de coloris et de motifs, le travail de pose  commence.

L'artisan défini les contours de l'ouvrage , réalise un rebord cimenté ou deux pavés côte à côte donnent le niveau définitif du travail et assurent la stabilité totale.

Il se représente  mentalement l'ouvrage terminé afin d'envisager chaque motif et  partie en harmonie avec la totalité de la surface. les pavés sont alors déposés manuellement sur un  lit de sable, à partir du rebord externe, et selon le choix de décor du client. La réalisation  prend vie à chaque rangée de pavés posés.

Ainsi couleurs et formes déroulent peu à peu le tapis imaginé, jusqu'au centre du décor.

Après compactage, l'étape finale consiste en la réalisation de joints de ciment et sable, donnant l'aspect définitif et uniforme de l'ouvrage mais également une grande solidité permettant le passage de voitures. De plus, les pavages en Calcadas Portuguesas sont inaccessilbles aux herbes. 

L'éventail des possibilités est à la hauteur de l'imagination du client.

La composante artistique et la personnalisation totale des ouvrages réalisés soulignent la noblesse de cet art.

La Calçada Portuguesa distingue l'espace qu'elle compose, de tout autre espace, par sa beauté naturelle et la palette infinie de décors  possibles, extérieurs ou intérieurs.

L'implication de l'artisan, sa volonté de traduire les désirs du client, la précision de ses gestes et sa passion palpable pour son art, induisent un regard  emprunt de respect pour l'homme et pour l' espace magnifié qui a pris vie entre ses mains.    

Au delà de la découverte d'un  art étonnant, il s'agit d'un vrai partage de culture lorsque l'on confie sa demeure au savoir-faire portugais de "Miguel et son equipe."



quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Mickey & Minnie



Passado algum tempo é bom rever o trabalho que em tempos fizemos com dedicação!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

MARAVILHOSOS AÇORES




TAPETE PÉTREO




A arte emerge detrás de lhe dar forma.
Começa de um nada aparente,
um nada já dentro da gente.
Não digas nada,
observa apenas!


Desenho que adquire um traço sublime,
à medida que se desenvolve
com a força das veias no martelo
que define a talha do corte.


De sentido de dá o jeito,
a cada pedra que surge
um toque lhanez,
singular em sua forma;
Sem par, numa outra encaixa.
Prossegue o calceteiro na dança,
surge o entrelaçando pedrês.


De brisa no rosto
segue avante o tapete pétreo,
persistirá imutável às memórias das gentes.
A pedra nasceu em bruto
Para mim é apenas fruto
Não digas nada, observa apenas…


Poema e Fotografia de Miguel Gouveia

LE COQ


Traduction: Nadège LOUIS
Texte, Photo et Ouvrage: Miguel GOUVEIA 



J’ai exercé mon art en France, et y ai réalisé le plus symbolique et emblématique des motifs, représentatif de ce merveilleux pays : le coq !

Cet art séduit de plus en plus hors des frontières de son propre berceau. La mosaïque de rue fait partie du patrimoine Portugais . Elle est une composante esthétique majeure du paysage, une constante urbanistique témoin des racines de ce savoir-faire.

La pierre, substance originelle de cet art, est extraite des montagnes centrales du Portugal, ou du massif de l’Algarve, au sud du pays. Après extraction mécanique, la main de l’homme va tailler jusqu’à la dimension souhaitée, généralement 6cms X 6cms.
Aux pavés de calcaire blanc, noir ou rose, viennent s’associer les pavés de granit, camaïeux de blanc et gris ou de blanc et rose, offrant ainsi une palette colorée diversifiée.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

OS CALCETEIROS DE LISBOA


Calceteiros Empedrando um chão em Lisboa - 1910

Esta sim, é a grande foto que condigna o grande poema de Cesário Verde,

Os Calceteiros

"Faz frio.
Mas, depois duns dias de aguaceiros,
Vibra uma imensa claridade crua.
De cócoras, em linha, os calceteiros,
Com lentidão, terrosos e grosseiros,
Calçam de lado a lado a longa rua. "

in Cristalizações, Cesário Verde

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

EXPRESSÃO ARTÍSTICA SOBRE OS CALCETEIROS



Faço arte meus amigos
Ouçam isto que vos digo
A pedra nasceu em bruto
Para mim é apenas fruto





Les Casseurs de Pierres, 1849 (Os Calceteiros) .
Gustave Courbet (1819-1877)




O movimento realista surgiu na França entre 1850 e 1880, e estendeu-se pela Europa e demais continentes. O mesmo representou o repudio ao artificialismo da arte neoclássica e da arte romântica. Os artistas realistas retratavam a realidade física do mundo por meio da objetividade científica e crua, abordando temas da vida cotidiana e paisagens impregnadas por um teor critico, socioeconômico e também político, colocando em questão a nobreza de temas da arte oficial.
Há duas coisas preponderantes no surgimento do movimento realista. A Segunda Revolução Industrial, que propiciou um ambiente oportuno, pois culminou com a forte individualização da burguesia industrial, e o advento da fotografia, que colocou em questão o caráter único da obra de arte. Gustave Courbet é considerado o maior representante deste período, tendo lançado em 1855, o Manifesto Realista, para ele a pintura consiste na representação das coisas reais. Tinha o realismo como princípios fundamentais à convicção da objetividade do mundo exterior e a possibilidade de representa-lo plasticamente; valorização da sensibilidade subjetiva e a sinceridade.
“A beleza não está no característico, mas na verdade” , afirma Courbet. Em 1850, foi apresentado o primeiro quadro de tema proletário, Les Casseurs de Pierre (calceteiros). Que causou forte reação na critica e no publico. Courbet retratava a vida, os problemas e costumes das classes média e baixa, ou seja, pintava o homem em sua função social, seja qual fosse ela, tendo isso como um assunto digno de ser representado. A fealdade e a banalidade do mundo são retratadas sem falsas idealizações, sempre em defesa de uma teoria política, courbet era socialista, ou em favor dos interesses da melhoria social.


Segundo Oscar Lopes a tela Les casseurs de pierre de Courbet, serviu de modelo para os calceteiros de cristalizações, tema que desenvolverei em breve.

ORIGEM DA CALÇADA PORTUGUESA



Castelo de S. Jorge, 1842....sim 1842, não me enganei nem leram mal é a data dessa foto, a primeira fotografia, da autoria de Louis Jaques Daguerre, data de 1827.


"A chamada "calçada portuguesa", conforme a conhecemos, em calcário branco e negro, foi empregada pela primeira vez em Lisboa no ano de 1842, por presidiários, então chamados "grilhetas".



A iniciativa partiu do Governador de Armas do Castelo de S. Jorge, Tenente-general Eusébio Cândido Furtado. O desenho foi uma aplicação simples, tipo zig-zag. Para a época foi uma obra de certa forma insólita que motivou versos satíricos dos cronistas portugueses e levou o escritor Almeida Garret a mencioná-la no romance O Arco de Sant'Anna.



O sucesso foi tanto que proporcionou ao Tenente-general novas verbas para pavimentar toda a área do Rossio - seguramente a região mais conhecida, mais central de Lisboa - numa extensão de 8.712 metros quadrados.



Logo, a pavimentação se espalhou por toda a cidade e pelo país. As jazidas estavam disponíveis nos maciços na periferia da capital portuguesa.A preferência pelas pedras confere uma espécie de actualização ao uso comum, até pouco antes, de seixos nos átrios das casas, dos conventos e palácios.

Fonte: http://mosaicosdobrasil.tripod.com/id4.html

Apesar de alguns erros que alterei, tais como: a pedra preta que normalmente as pessoas tratam como basalto, é na realidade calcário negro, apesar de também se utilizar basalto para calcetar, nomeadamente nos Açores, é um tipo de pedra completamente diferente com um mais difícil corte e aparelhamento.

"OS CALCETEIROS" DE DREBET REPRODUZIDOS EM ARTE PICTÓRICA




Os principais museus do mundo estão preocupados em garantir o acesso à arte pictórica para pessoas cegas ou com reduzida acuidade visual.

Achei interessante o trabalho que a artista plástica brasileira Laura Chagas está a desenvolver, para o Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação Prof. Dr. Gabriel Porto (Cepre) da Faculdade de Ciências Médicas.

“A idéia inicial que eu acalentava era produzir um livro com ilustrações táteis para os deficientes visuais". Afirma Laura Chagas. “À medida que o trabalho se foi desenrolando foram surgindo novas ideis até ao resultado actual. Não se trata de uma tradução das obras – o que seria impossível – e nem de uma adaptação, mas de uma mediação. Fornecer aos deficientes visuais uma noção das obras.”, esclarece Laura Chagas. Como o objetivo é possibilitar este contato desde a infância, a autora optou por utilizar materiais baratos e técnicas simples, reprodutíveis e acessíveis a todos.

Do francês Jean Baptiste Debret, que pintou o Brasil do século XIX, Laura escolheu a aguarela Calceteiros, que retrata o trabalho escravo numa praça do Rio de Janeiro. A pintura é cheia de detalhes, que a artista representou apenas com os dois escravos do primeiro plano. Para isso, utilizou a chamada borracha “eva” (etil vinil acetato), que por suas cores, facilidade de manuseamento, limpeza e durabilidade transformou-se em bom material para trabalhos artesanais e escolares. Ela afirma que poderia representar também as cenas de fundo, separando-as em camadas e trabalhando cada uma delas em pranchas. Outra possibilidade seria simplesmente descrever todas as cenas do quadro, como fazem alguns museus, o que a artista considera demasiado enfadonho quando a proposta é permitir às crianças um contato com a obra.

Os trabalhos de Laura apresentam tamanhos que facilitam o contacto manual e a reprodução de detalhes, sem que se atenham às dimensões originais. Ela observa que a tela de Debret, por exemplo, não mede mais do que um palmo de largura, ao passo que outras de menor dimensão podem ficar razoavelmente grandes. Frisando que procurou sempre soluções simples e com materiais baratos e acessíveis, Laura informa que os trabalhos similares em museus são muito mais sofisticados, como pranchas em resina, apropriadas para higienização depois de manuseadas por um número grande de visitantes.

POEMA AO CALCETEIRO

Como diria o António Aleixo,... esta poesia que vos deixo!


OS CALCETEIROS

Escrevem na rua:
juntam
cuidadosamente
palavras

pegam-lhes
sílaba a sílaba
escolhem, unem,
completam,
tocam
ao de leve por cima
e continuam.

Com o maço
e o suor
assinam.

Poema de António Osório

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

EMPEDRADOS GRANADINOS

Hoje vou dedicar o tema a um tipo de empedrado artístico, igualmente belo como a calçada portuguesa, e que de certa forma com ela rivaliza em termos estécticos e artísticos, principalmente no sul de Espanha.
São os empedrados granadinos.
Como se pode observar na foto ao lado, parece-se com calçada portuguesa mas não é.
Com mais visibilidade nas cidades andaluzas, nomeadamente Granada, o outrora explendoroso bastião árabe na península, advindo daí o seu nome. Podem ser referidos como o maior legados dos árabes neste domínio artístico, pois foram eles que nos deixaram esta forma de trabalhar um tipo de pedra e este modo execução de explendidos pavimentos empedrados.

O que caracteriza um empedrado granadino?

Em vez do habitual calcário da calçada utilizam-se seixos, material silicoso, também ele de várias cores tal como a calçada, apesarem de permanecerem mais comuns neste tipo de empedrado o preto e o branco.

O empedrado é um solo pétreo muito resistente, lavável e adaptável a qualquer contorno.
Graças ao vasto leque de possibilidades quanto à execução de desenhos e motivos, apropria-se ao alindamento de páteos interiores, ruelas e vielas, e até paineis verticais, como é de frisar na distinção dos demais trabalhos, o que se pode observar no albúm de fotos. Deixo um link no final do post.
É composto o piso por pequenas pedras arredondadas de seixo branco, que formam o fundo, e pedras também de seixo de forma mais alongada, negras ou cinza escuro que dão forma o motivo pretendido.



A sua execução efectua-se tal como na calçada portuguesa, seixo a seixo manualmente, como demonstra a fota acima, aplicando-os justapostos de forma a minimizar a junta, e enquadrados posicionalmente dando os contornos pretendidos aos motivos decorativos. Os seixos são aplicados predominantemente de perfil para dar mais consistência ao piso. É um trabalho completamente artesenal, igual ao que se fazia no período árabe do qual o herdamos.
Apenas muda o modo de fixação, que hoje é cimento, ao passo que outrora era utilizado uma argamassa com cal.

Salvaguardadas as devidas diferenças, esta forma de trabalhar a pedra está muito relacionado com o sistema de mosaico romano. Pois foi destes, que reproduziram os árabes motivos e técnicas, incorporando as suas modificações, e inovando composições artísticas de inegualável beleza que nos legaram.


Ora vejam o rol !.....

http://www.empedrados.com/

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

MONUMENTO AO CALCETEIRO EM LISBOA

Fotografia de Dias dos Reis

No mês de Dezembro de 2006 a arte de Calceteiro foi homenageada e imortalizada com a inauguração do Monumento ao Calceteiro na baixa lisboeta, onde nasceu a tradicional calçada portuguesa.
“Esta é uma homenagem da cidade de Lisboa a todos os calceteiros do passado, do presente e do futuro pelo seu trabalho magnífico de pessoas dedicadas, esforçadas e abnegadas”, afirmou com orgulho o edil lisboeta, lembrando que o calceteiro é um ofício que tem levado o nome de Lisboa e de Portugal a outras cidades do mundo inteiro pela beleza da sua arte.
Na cerimónia, para além de um conjunto de responsáveis pela edilidade, estiveram ainda presentes os formandos da Escola de Calceteiros de Lisboa, bem como Paulo de Almeida que representou todos os calceteiros da cidade.

Da autoria do escultor Sérgio Stichini, o Monumento ao Calceteiro situa-se na Rua da Vitória, entre a Rua da Prata e a Rua dos Douradores, frente à Igreja de S. Nicolau, local escolhido pela proximidade ao Rossio, onde surgiu em 1849 a calçada portuguesa tal como a conhecemos hoje com o famoso desenho do mar largo.



Em bronze e realizado em tamanho real, o monumento é composto por duas figuras, que ficam enquadradas por uma demonstração na calçada de uma barca de S. Vicente, símbolo da cidade de Lisboa. Na foto acima, não se visualiza o segundo elemento deste conjunto (o batedor), porque se encontra em restauro depois de vandalizado pelos energúmenos do costume.
Além do reconhecimento público da profissão de calceteiro, o Monumento ao Calceteiro tem como objectivos a promoção da calçada artística e da qualidade do espaço público.Hoje a calçada portuguesa é uma realidade em diversos pontos do mundo, de Portugal a Timor, do Brasil a Macau, por onde os portugueses passaram. É uma parte da nossa cultura e um cartão de visita.

A Câmara Municipal de Lisboa tem investido nesta arte, com a criação em 1986, da Escola de Calceteiros de Lisboa que tem desenvolvido um intenso trabalho de formação ao longo dos últimos 20 anos, formando calceteiros em Lisboa e auxiliando na formação de profissionais em outros países.

sábado, 17 de novembro de 2007

EXECUÇÃO DE TRABALHO ARTÍSTICO




E para terminar, presentei-vos ainda com esta foto onde já se faz calçada artística!
Bem demonstrativa do salto evolutivo que todos deram desde a aprendizagem até agora.

EXECUÇÃO LEQUES EM GRANITO_ESCÓCIA


 

No Reino Umido, o empedrado mais utilizado é o granito, ao invés do nosso calcário!
Deixo dois exemplo de trabalhos que lá fiz, um deles para o sultão do Brunei.

APRENDIZAGEM




Minhas caras alunas/os , bem vindos ao meu blogue, dedicado à calçada portuguesa!
Um espaço que se pretende de debate alargadoo sobre o tema, aberto a todos, onde naturalmente podem e devem participar.

Quem é que ainda se lembra deste dia? No início da aprendizagem.... Já foi há algum tempo não?...

Qual de vós diria neste dia, vir a saber o que hoje já sabem hoje?